O que Faz o Balão Subir
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Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Para atrair compradores, o homem deixou um balão vermelho soltar-se e
elevar-se nos ares.
Estava ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois
um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas... Uma coisa o aborrecia, o homem não
soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou :
-- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto
os outros ?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino,
arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava
nos ares disse :
-- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
A alma enruga antes da pele" mas, nos preocupamos muito mais em cuidar da segunda porque ela é vista por muitos, do que com primeira que é 'apenas' sentida por poucos
Gostar de mim não é sua obrigação — é minha obrigação.
Byron Katie Fernando Pessoa
===============
Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa...
Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.
Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
"Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."
Não persiga os que se afastam de você. Abandone o seu apego. Eles vão embora porque já cumpriram a sua tarefa de contribuir, de alguma forma, para o desenvolvimento da sua alma. Não guarde ódio ou rancor contra os que se afastam de você, pensando que eles o traíram. Se uma pessoa quer se afastar de você, agradeça-lhe por tudo e deixe-a partir. Nesse momento, será preparada uma "vaga" para ser ocupada por um novo amigo ou companheiro, se for o caso. Se uma pessoa se casar mantendo no seu íntimo o apego ao antigo companheiro, esse casamento acabará em desastre.
Agradeça a todas as pessoas, fatos e coisas que se vão. Novas e boas coisas estão chegando.
Masaharu Taniguchi
Gostar de mim não é sua obrigação — é minha obrigação.
Byron Katie Fernando Pessoa
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Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa...
Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.
Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
"Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."
Não persiga os que se afastam de você. Abandone o seu apego. Eles vão embora porque já cumpriram a sua tarefa de contribuir, de alguma forma, para o desenvolvimento da sua alma. Não guarde ódio ou rancor contra os que se afastam de você, pensando que eles o traíram. Se uma pessoa quer se afastar de você, agradeça-lhe por tudo e deixe-a partir. Nesse momento, será preparada uma "vaga" para ser ocupada por um novo amigo ou companheiro, se for o caso. Se uma pessoa se casar mantendo no seu íntimo o apego ao antigo companheiro, esse casamento acabará em desastre.
Agradeça a todas as pessoas, fatos e coisas que se vão. Novas e boas coisas estão chegando.
Masaharu Taniguchi
sábado, 19 de dezembro de 2009
Natal
Quisera, Senhor, neste Natal,
armar uma árvore dentro do meu coração,
e nela colocar, em vez de presentes,
os nomes de todos os meus amigos!
Os amigos de longe e de perto.
Os antigos e os mais recentes.
Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro.
Os lembrados e os que, às vezes, ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes.
Os das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que, sem querer, eu magoei, ou, sem querer me magoaram.
Aqueles que conheço profundamente
e aqueles que não me são conhecidos, a não ser pelas aparências.
Os que me devem e aqueles a quem muito devo.
Meus amigos humildes e meus amigos importantes.
Os nomes de todos que já passaram pela minha vida.
Aqueles a quem conheço sem me conhecerem
e aqueles que me conhecem sem eu os conhecer.
Que me admiram e me estimam sem eu saber,
que eu estimo e admiro sem lhes dar a entender.
Uma árvore de raízes muito profundas
para que os seus nomes nunca mais sejam arrancados do meu coração.
De ramos muitos extensos para que novos nomes,
vindos de todas as partes, venham juntar-se aos existentes.
De sombra muito agradável para que a nossa amizade
seja um momento de repouso nas lutas da vida.
Autor desconhecido
armar uma árvore dentro do meu coração,
e nela colocar, em vez de presentes,
os nomes de todos os meus amigos!
Os amigos de longe e de perto.
Os antigos e os mais recentes.
Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro.
Os lembrados e os que, às vezes, ficam esquecidos.
Os constantes e os intermitentes.
Os das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que, sem querer, eu magoei, ou, sem querer me magoaram.
Aqueles que conheço profundamente
e aqueles que não me são conhecidos, a não ser pelas aparências.
Os que me devem e aqueles a quem muito devo.
Meus amigos humildes e meus amigos importantes.
Os nomes de todos que já passaram pela minha vida.
Aqueles a quem conheço sem me conhecerem
e aqueles que me conhecem sem eu os conhecer.
Que me admiram e me estimam sem eu saber,
que eu estimo e admiro sem lhes dar a entender.
Uma árvore de raízes muito profundas
para que os seus nomes nunca mais sejam arrancados do meu coração.
De ramos muitos extensos para que novos nomes,
vindos de todas as partes, venham juntar-se aos existentes.
De sombra muito agradável para que a nossa amizade
seja um momento de repouso nas lutas da vida.
Autor desconhecido
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
relacionamentos
Tenho vindo muito aqui para escrever, parece que tenho muito tempo,ne? mas é porque encontrei um lugar aconchegante,espero que para voces também
Queria falar sobre relacionamentos fracassados, acho que eles são como domingos chuvosos, sabemos que não são uteis para nada mas insistimos que podem servir para alguma coisa.Então, dominados pelo cinza e pela sensação de abandono, reembarcamos na canoa furada.E conseguimos ainda mais fatos para engordar as lamentações sobre como somos infelizes.
Por que acreditamos que o que era ruim até um segundo atrás poderia ter se tornado perfeito e reluzente?Fomos seduzidos pelo que quisemos ver e não pelo que estava de fato, na nossa frente.
E a mágoa volta.Dobrada. Chorosos, pedimos ao céu uma explicação razoavel para o bis do sofrimento.Tentamos nos consolar nos amigos, livros de auto ajuda mas a explicação teima em não vir.Nao adianta procurar debaixo do sofá, porque está estampada na sua testa: voce sofre porque é uma besta.
A experiencia vivida nos deu avisos suficientes de que a relação,se fosse um sapato, nao era do tamanho do nosso pé
O fato é que, por comodismo e paúra, nos acostumamos até com a infelicidade de um relacionamento capenga.O temor diante do novo nos priva da grande alegria de descobrir que o mundo é maior que a nossa dor de cotovelo.Esse temor da rejeição, da exposição, da falta de controle perante o que não conhecemos é o que de mais castratador podemos fazer a nós mesmos.
Então, o que resta, é levantar ancora: quem anda pra trás acaba tropeçando . E perdendo toda a paisagem
Queria falar sobre relacionamentos fracassados, acho que eles são como domingos chuvosos, sabemos que não são uteis para nada mas insistimos que podem servir para alguma coisa.Então, dominados pelo cinza e pela sensação de abandono, reembarcamos na canoa furada.E conseguimos ainda mais fatos para engordar as lamentações sobre como somos infelizes.
Por que acreditamos que o que era ruim até um segundo atrás poderia ter se tornado perfeito e reluzente?Fomos seduzidos pelo que quisemos ver e não pelo que estava de fato, na nossa frente.
E a mágoa volta.Dobrada. Chorosos, pedimos ao céu uma explicação razoavel para o bis do sofrimento.Tentamos nos consolar nos amigos, livros de auto ajuda mas a explicação teima em não vir.Nao adianta procurar debaixo do sofá, porque está estampada na sua testa: voce sofre porque é uma besta.
A experiencia vivida nos deu avisos suficientes de que a relação,se fosse um sapato, nao era do tamanho do nosso pé
O fato é que, por comodismo e paúra, nos acostumamos até com a infelicidade de um relacionamento capenga.O temor diante do novo nos priva da grande alegria de descobrir que o mundo é maior que a nossa dor de cotovelo.Esse temor da rejeição, da exposição, da falta de controle perante o que não conhecemos é o que de mais castratador podemos fazer a nós mesmos.
Então, o que resta, é levantar ancora: quem anda pra trás acaba tropeçando . E perdendo toda a paisagem
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
canção das mulheres
CANÇÃO DAS MULHERES
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com a minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza e bom humor.
Que o outro perceba a minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se eu estou apenas cansada o outro não pense logo que eu estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou a sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde, nem dizendo "Olhe que estou tendo muita paciência com você!"
Que se me entusiasmo com alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre prá mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha e nem me ridicularize.
Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha atrás de mim reclamando:"Mas que chateação essa sua mania, volta prá cama!"
Que se eu peço um segundo drinque no restaurante, o outro não comente logo: "Pôxa, mais um?"
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro mesmo assim me ache linda e me admire.
Que o outro - filho, amigo, amante, marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - UMA MULHER.
- LYA LUFT
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com a minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza e bom humor.
Que o outro perceba a minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se eu estou apenas cansada o outro não pense logo que eu estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou a sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde, nem dizendo "Olhe que estou tendo muita paciência com você!"
Que se me entusiasmo com alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre prá mim, por mais tola que lhe pareça.
Que quando sem querer eu digo uma coisa inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha e nem me ridicularize.
Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha atrás de mim reclamando:"Mas que chateação essa sua mania, volta prá cama!"
Que se eu peço um segundo drinque no restaurante, o outro não comente logo: "Pôxa, mais um?"
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro mesmo assim me ache linda e me admire.
Que o outro - filho, amigo, amante, marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - UMA MULHER.
- LYA LUFT
angustia, abraço
oi
algum de vocês já sentiu uma necessidade física de um abraço?Lembro a pouco tempo atrás um primo meu ,cuja mãe estava hospitalizada me disse isso- eu estou sentindo a necessidade premente, física de um abraço .Claro que não serviria um abraço qualquer.
Queria um abraço. Tem gente que se diz pobre e não dá nada. Nem um abraço. Eu li num dos livros da Catherine Ponder, que você sempre tem algo para dar e que para ter prosperidade na vida voce deveria primeiramente dar e alguém retrucou mas eu não tenho nada para dar mas voce sempre tem. Tem um olhar carinhoso, tem um sorriso (mesmo que tenha só dois dentes na boca), tem uma palavra amiga, tem um bom dia, - o seu tempo, o seu trabalho, um telefonema.
Mas algumas pessoas parecem que não entendem que isso não acaba, quanto mais você der, mais você vai ter. Isso me lembra, outro livro, Caricia Essencial , de Roberto Shinyashiki(espero ter escrito o nome dele certo).
No supermercado Extra, tem uma senhora já de idade, que é empacotadora, o nome dela é Ana. Sempre que vou la, dou um jeito de encontra-la . Na primeira vez, me senti muito mal dela me ajudar a levar a compra. Como , uma pessoa que tem mais idade que eu vai me ajudar a carregar pacotes? Mas eu deixei porque eu senti que ela é feliz fazendo isso.
Daqui eu mando um beijo para essa senhora. Que Deus a abençoe e que eu continue a encontra-la feliz e útil.
Bem, já que não posso ter o abraço físico vou tentar ter o abraço de memoria, dos meus amiguinhos la de Paraizopolis que quando chego me abraçam as pernas e enchem meus bolsos de balas. Lembro das primeiras vezes que fui la e eu dizia bom dia e aquele que respondia, respondia com um palavrão mas o tempo passou e agora a coisa mudou. Que Deus abençoe vocês também.
algum de vocês já sentiu uma necessidade física de um abraço?Lembro a pouco tempo atrás um primo meu ,cuja mãe estava hospitalizada me disse isso- eu estou sentindo a necessidade premente, física de um abraço .Claro que não serviria um abraço qualquer.
Queria um abraço. Tem gente que se diz pobre e não dá nada. Nem um abraço. Eu li num dos livros da Catherine Ponder, que você sempre tem algo para dar e que para ter prosperidade na vida voce deveria primeiramente dar e alguém retrucou mas eu não tenho nada para dar mas voce sempre tem. Tem um olhar carinhoso, tem um sorriso (mesmo que tenha só dois dentes na boca), tem uma palavra amiga, tem um bom dia, - o seu tempo, o seu trabalho, um telefonema.
Mas algumas pessoas parecem que não entendem que isso não acaba, quanto mais você der, mais você vai ter. Isso me lembra, outro livro, Caricia Essencial , de Roberto Shinyashiki(espero ter escrito o nome dele certo).
No supermercado Extra, tem uma senhora já de idade, que é empacotadora, o nome dela é Ana. Sempre que vou la, dou um jeito de encontra-la . Na primeira vez, me senti muito mal dela me ajudar a levar a compra. Como , uma pessoa que tem mais idade que eu vai me ajudar a carregar pacotes? Mas eu deixei porque eu senti que ela é feliz fazendo isso.
Daqui eu mando um beijo para essa senhora. Que Deus a abençoe e que eu continue a encontra-la feliz e útil.
Bem, já que não posso ter o abraço físico vou tentar ter o abraço de memoria, dos meus amiguinhos la de Paraizopolis que quando chego me abraçam as pernas e enchem meus bolsos de balas. Lembro das primeiras vezes que fui la e eu dizia bom dia e aquele que respondia, respondia com um palavrão mas o tempo passou e agora a coisa mudou. Que Deus abençoe vocês também.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
o pote rachado
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe.
O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.
Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos.
Todos nós somos potes rachados.
Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai.
Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.
Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos.
Basta reconhecermos nossos defeitos e eles com certeza embelezarão a mesa de alguém.
Das nossas fraquezas, devemos tirar nossa maior força...
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe.
O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.
Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:
- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê?, perguntou o homem. - De que você está envergonhado?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos.
Todos nós somos potes rachados.
Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai.
Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.
Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos.
Basta reconhecermos nossos defeitos e eles com certeza embelezarão a mesa de alguém.
Das nossas fraquezas, devemos tirar nossa maior força...
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